quinta-feira, 31 de julho de 2014

TDAH em sala de aula: um guia gratuito



 A “Fundación Cantabria Ayuda al Déficit de Atención e Hiperactividad” ou “Fundación CADAH” é uma intuição sem fins lucrativos da Espanha destinada à divulgação do TDAH, desenvolvendo diversas ações neste sentido, o que inclui a produção e distribuição de materiais digitais.
Abaixo vocês têm acesso ao Livro “TDAH en Aula”, um guia que ajuda a entender e a ajudar pessoas com TDAH em sala de aula, produzido pela CADAH que pode ser acessado e reproduzido sem prolemas.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Dia Internacional da Amizade


"Um amigo pode até te dar bons conselhos, porém são baseados em fatores emocionais. Mas o Psicólogo vai te auxiliar a tomar a melhor decisão com base estudo e cientificidade" Ricardo Furtado

terça-feira, 29 de julho de 2014

Pensamento 54: A INFELICIDADE


“Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.” Vítor Hugo

Verdade. 
Só há felicidade se formos gratos com a vida e com as pessoas que nos fizeram sentir bem. Cria-se uma sensação de riqueza interna, de algo vivo dentro de nós. É a vitória sobre a inveja, aceitar o que o outro tem ou teve, de bom para dar.
É um dos objectivos finais de qualquer intervenção psicoterapêutica.

Otto Kernberg, psicanalista, afirma o mesmo: “…a sensação de riqueza interna que tem origem na capacidade para sentir gratidão e apreciar os outros…”.
Agressividade Narcisismo e Auto- destrutividade na Relação PsicoterapêuticaClimepsi


UM RESTO de DIA FELIZ


GUIA: Educação Sexual da 1ª infância

La educación sexual de la primera infancia. Guía para madres, padres y profesorado de educación infantil


Esta guía pretende promover una educación basada en la igualdad y la no discriminación por razones de sexo, para evitar que las futuras generaciones reproduzcan esquemas de comportamiento violento.

Autoras: 
Graciela Hernández Morales 
Concepción Jaramillo Guijarro

O 2003 Secretaría General de Educación y Formación Profesional 
MINISTERIO DE EDUCACIÓN, CULTURA Y DEPORTE 
SECRETARÍA GENERAL DE EDUCACIÓN Y FORMACIÓN PROFESIONAL

Daniel Goleman: As 3 capacidades de um líder


Daniel Goleman fez o doutoramento em Harvard. É autor da teoria da inteligencia emocional.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Associação Gap Year Portugal (AGYP)

Artigo da Jornalista Andreia Sanches, no Jornal Publico de hoje, com o título"Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção."
"Isadora Freitas está a terminar a licenciatura em Ciências da Comunicação, mas não vai já procurar emprego, nem inscrever-se num mestrado. Vai tirar um ano sabático. Numa altura em que decorrem as candidaturas ao ensino superior, e milhares de jovens têm de optar entre continuar a estudar ou procurar emprego, há quem faça a mesma escolha que Isadora fez. A partir de Setembro, a Associação Gap Year Portugal (AGYP) terá cerca de 50 jovens a fazer um ano de pausa para “sair da zona de conforto”, nas palavras do vice-presidente da associação, Telmo Martins.
“Preciso de experiências que me dêem estaleca”, continua Isadora, 21 anos, para quem realizar mestrado logo após a licenciatura nunca foi opção e, tendo em conta a actual conjuntura, entrar no mercado de trabalho também não. “Ou talvez isso seja uma desculpa”, diz.
A jovem natural de Aveiro quer ser jornalista, mas os objectivos para o próximo ano passam por viajar e fazer voluntariado: “É uma questão de crescimento interior, dar tempo de mim para mim e perceber aquilo que realmente quero.”
O conceito de gap year — criado pelos ingleses na década de 1960 — aparece normalmente associado a viajar, mas pode passar pela realização de cursos, voluntariado ou desenvolver ideias de negócio, entre outros. É também comum que seja realizado no final do secundário, mas não só.
Telmo Martins já foi “gapper” — o nome pelo qual são conhecidos os que decidem viver um "gap year". Tinha 22 anos quando, ao acabar a licenciatura em Psicologia, decidiu passar um ano a viajar. Hoje, com 24, a fazer mestrado e a estagiar, dedica-se também a divulgar o conceito de gap year. O vice-presidente da AGYP explica que em Portugal o gap year é pouco comum “porque, no caso dos jovens, os pais estão muito agarrados aos filhos e consideram que é estar um ano parado — há pressa em fazer o curso e começar a trabalhar”. Considera, por isso, que é responsabilidade dos jovens ajudar os pais a compreender e a aceitar a opção, tal como ele próprio teve de fazer.
Margarida Gaspar de Matos, psicóloga e coordenadora em Portugal do Health Behaviour in School-Aged Children (um levantamento dos comportamentos e estilos de vida dos adolescentes levado a cabo de quatro em quatro anos pela Organização Mundial de Saúde) tem a mesma opinião: “Os adolescentes portugueses não estão tão preparados como os outros adolescentes europeus porque no Sul da Europa os pais retêm os filhos mais tempo num estatuto de não autonomia e de não responsabilização.” Contudo, para a psicóloga, a realização de um ano sabático “pode constituir uma experiência inesquecível e enriquecedora na vida de qualquer adolescente”.
“Desvio saudável”
Recordando a experiência pessoal, Telmo Martins conta com entusiasmo: “Faltava ali qualquer coisa, estava algo por conquistar e consegui sozinho.” Margarida Gaspar de Matos prossegue: a realização de um sabático permite o “exercício da autonomia e responsabilização”, a “criação de redes de suporte social”, o contacto com línguas e culturas estrangeiras e até tem “vantagens escolares e profissionais para o futuro”.
O responsável da AGYP diz, aliás, que a realização de um gap yeartem sido valorizada nas entrevistas de emprego que tem realizado nas área de consultoria e recursos humanos.
Psicóloga e investigadora na área do desenvolvimento e educação, Isabel Macedo Pinto também considera que um gap year pode representar um “desvio muito saudável” na carreira académica e profissional: “A distância pode ajudar a repensar projectos de carreira, muitas vezes elaborados de forma imatura e pouco reflectida, em outros casos a reforçar e reinvestir nos projectos de carreira já elaborados.”
Isabel Macedo Pinto vê no contexto actual “um trampolim para a saída e para a aventura” e explica: “Presentemente as pessoas estão cada vez mais mentalizadas para a ideia de que os jovens têm que sair do país para encontrarem trabalho e melhores condições de vida.”
Tanto Isabel Pinto como Margarida Matos ressalvam, contudo, que um ano sabático representa gastos financeiros que grande parte das famílias portuguesas não pode suportar.
Telmo Martins confirma que a questão dos custos pode ser uma barreira, mas diz que o desafio está em contorná-la e dá o seu exemplo: “Trabalhei durante toda a licenciatura. Podia ter comprado um carro, mas para mim fazia sentido investir em mim.” Viajou durante dez meses por 23 países da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos, por 6000 euros, mas garante que as despesas dependem do nível de conforto procurado.
A maioria dos “gappers” que conhece, diz ainda o vice-presidente da AGYP, enquadram-se nas classes média e média baixa.
Críticas ao Governo
Para Isadora, a realização de voluntariado e de trabalhos esporádicos (através de plataformas como o Serviço Voluntário Europeu e a AIESEC) pode ser a solução para tirar um “ano de folga” sem dar despesas à família que considera de classe média.  “Desvantagens? Só a saudade, mas é importante para sabermos que temos onde regressar”, diz sorridente e optimista. De resto, considera que as suas experiências da realização de Erasmus e de um InterRail foram muito positivas.
Relativamente às vantagens, espera que sejam muitas, mas mais do que melhorar o currículo, procura abrir os horizontes e destaca: “É importante saber, na prática, o que é estar fora da nossa zona de conforto.”
O gap year é uma realidade distante para a maioria dos portugueses, mas o país é um bom destino para os “gappers”, segundo o brasileiro Silvagner de Azevedo, que passou dois anos sabáticos em Portugal.
Era polícia e professor universitário quando, com 37 anos, decidiu partir para a “aventura”. “Estava tudo muito certinho na minha vida e precisava de oxigenar”, explica. O objectivo era dedicar o ano sabático à formação académica. Escolheu Portugal como destino pela língua portuguesa e pelo renome da Universidade de Coimbra, onde veio a fazer o doutoramento em Direito.
Silvagner garante que ao fim dos dois anos regressou ao Brasil “com o coração apertado e a bagagem cheia”. Além de ampliar os horizontes e descobrir Portugal e outros países da Europa, o brasileiro refere a descoberta pessoal. Do período que esteve em Portugal resultou o blogue “Portugal Sabático” que se tornou um sucesso e levou à escrita de poesia e crónicas mensais para um jornal brasileiro. “Hoje, sou um difusor da cultura lusitana no Brasil”, afirma Silvagner que desde então visita Portugal anualmente.
Para Rui Duarte, deputado socialista, casos como o de Silvagner confirmam a potencialidade do gap year como factor de promoção do país. Por considerar o ano sabático uma “nova modalidade de mobilidade social”, o deputado apresentou em Março de 2013 um projecto de resolução para adopção de medidas de divulgação e apoio à prática do ano sabático. A proposta, aprovada por unanimidade, previa a colaboração do Ministério da Educação e Ciência com associações que divulgam o gap year, a criação de um mecanismo de acompanhamento dos jovens através da rede consular portuguesa e a formação de um programa para receber jovens estrangeiros no país.
ui Duarte lamenta que, mais de um ano depois, o Governo não tenha dado seguimento à resolução, que ainda não tem efeitos práticos. No entanto, acredita que “a crescente força do movimento fará com que o Governo perceba que tem que acompanhar as tendências de mobilidade dos jovens e o seu potencial".
Sabática para professores
Em Portugal, o ano sabático está muito limitado ao mundo académico e de investigação. A cada seis anos após o doutoramento, os professores universitários podem pedir uma licença para dispensa da actividade docente pelo período de um ano lectivo, de forma a realizarem trabalhos de investigação, publicarem livros ou darem aulas no estrangeiro.
Doutorada em Teoria da Literatura há 22 anos, Celina Silva, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, vai usufruir da terceira licença sabática no próximo ano lectivo. Para pedi-la, diz, é necessário apresentar uma justificação e um plano de trabalho a efectuar. No final do ano ou semestre sabático, a professora terá de apresentar um relatório para ser analisado pela comissão científica da instituição e posteriormente anexado ao seu currículo, sob pena de repor as quantias correspondentes às remunerações recebidas naquele período.
A professora afirma que, do conhecimento que tem, é muito raro um pedido de licença sabática ser recusado e afirma: “A licença sabática é essencial porque os docentes são cada vez mais solicitados para questões múltiplas.”
Em licenças anteriores, Celina Silva dedicou-se à investigação nas universidades de Indiana (Estados Unidos da América) e Paris 8, na sequência da qual foi convidada a leccionar durante dois anos na universidade francesa. “Foi importante para contactar com outras realidades pedagógicas e institucionais”, afirma. A experiência possibilitou também cooperações posteriores.
Dado o contexto actual, a professora mostra-se, contudo, preocupada com o impacto da restrição orçamental nas directrizes futuras relativamente às licenças sabáticas.
Texto editado por Andreia Sanches "Licenciatura, mestrado ou emprego. ano sabático pode ser a opção.


Guia para o uso de ferramentas de avaliação da educação em empreendedorismo


Educação para o Empreendedorismo.
O projeto ASTEE - Assessment Tools and Indicators for Entrepreneurship Education, no qual o Programa Escolhas foi parceiro, acaba de divulgar um "Guia para o uso de ferramentas de avaliação da educação em empreendedorismo" (em língua inglesa), que está incluído no seu relatório final.
O documento está disponível, na íntegra, para consulta e/ou download em, (AQUI)


sábado, 26 de julho de 2014

Pensamento 53: A DISCIPLINA



"Mostre a seu filho que atitudes trazem consequências!
Não existe porque não. É preciso transmitir à criança que certas atitudes são ruins porque podem magoar alguém ou trazer outros problemas mais tarde."

Verdade! 
O nosso comportamento tem efeitos sobre o outro, e são os direitos deste e a realidade, que vão limitar a nossa ação. 
Coimbra de Matos, psicanalista, afirma o mesmo:"Os bebés/as crianças não precisam de disciplina.  Precisam de um ambiente disciplinado. Não é preciso limites. É preciso mostrar que a realidade tem limites, sociais e físicos".*
Entende-se por um ambiente disciplinado, a constância no amor e nos cuidados de saúde e educação , desde as pequenas rotinas a horários, que possam promover a autonomia da criança e o seu desejo de conhecimento.

Concelho: Mas não é preciso ser, nas palavras de Daniel Sampaio, "um pai/mãe palavroso" (Dar demasiadas explicações sobre os assuntos).

*Na conferência "Promoção da saúde mental", na Madeira

BOM DOMINGO 

DRª Ana Rodrigues - Funções Executivas no quotidiano das crianças e adolescentes com PHDA.



sobre as Funções Executivas no quotidiano das crianças e adolescentes com PHDA. - Perturbações da Hiperatividade e Déficit de Atenção.

Congresso PIN e Fundação Champalimaud


sexta-feira, 25 de julho de 2014

GUIAS para a igualdade de género


Guia de prevencion de violencia en adolescentes
Afectivo Sexual · Coeducación · Violencia
Autoría: Ayuntamiento de Boadilla del Monte
Edición: Ayuntamiento de Boadilla del Monte

OUTROS RECURSOS : no site Educar en Igualdadhttp://www.educarenigualdad.org/)  es un directorio de recursos educativos cuyo fin es el intercambio de contacto e información entre profesionales y entidades expertas en la educación en igualdad. 



quinta-feira, 24 de julho de 2014

Pensamento 52: A PERIGOSA ILUSÃO


"O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, mas a ilusão do conhecimento" Stephen Hawkins

De tão verdadeiro, sinto-me no direito de nem comentar! 
UM RESTO de DIA FELIZ !

Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz



Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário. 
ACEDER 
http://www.dge.mec.pt/educacao-para-defesa-e-segurancaeducacao-para-paz

Pretende-se que este Referencial constitua, no quadro da Educação para a Cidadania, o documento orientador para a implementação em contexto educativo das questões emergentes da globalização contemporânea, que colocam novos desafios à preservação da segurança e da paz individual e coletiva, nacional e internacional, contribuindo para elevar o nível de conhecimentos da população escolar e para a adoção de comportamentos adequados à criação de um ambiente de segurança e à construção de uma cultura de paz.


terça-feira, 22 de julho de 2014

PROGRAMA EDUCAMEDIA



O Educamedia é um programa da Direção Regional de Educação/Região Autónoma da Madeira.

Objetivos
Visa introduzir novos métodos pedagógicos na sala de aula, promover novas técnicas de ensino e formas alternativas de aprendizagem ativa através do contacto com as TIC, com os media e com o audiovisual. 

Estrutura do Programa
O programa é composto, por quatro projetos, a saber:
  • TV Escola; 
  • Cinedesafios; 
  • Aprender com o Cinema
  • Webradio. 

Destinatários

Apresenta-se como um dispositivo de educação e formação inovador, dirigido aos alunos de todas as escolas da RAM.

As escolas dos 2º/3º Ciclos do EB e Secundário, no âmbito da sua autonomia podem solicitar creditação horária à DRE para operacionalização deste programa de acordo com o Despacho n.º 116/2004, de 9 de julho. Pode ser atribuído um crédito específico até 20% por cento de crédito global da escola.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

MANUAL PRÁTICO - Novos Percursos, Respostas Fáceis para Problemas Difíceis



O IN PATH – Caminhos Inteligentes para uma Melhor Inclusão, pretende quebrar o padrão de transferência de pobreza e exclusão de uma geração para a outra, capacitanto os cidadãos  marginalizados e desfavorecidos de forma a facilitar a gestão diária dos problemas nas diferentes áreas, para que não fiquem condicionados às suas origens.

As atividades do projeto incluem o desenvolvimento de um Manual Prático - Novos Percursos - Respostas Fáceis para Problemas Difíceis - , que irá conter um conjunto de ferramentas, tais como exemplos, estratégias e boas práticas, para avaliar os diferentes estilos de aprendizagem e promover o desenvolvimento dos quatro tipos de competências identificados:
  1. Competências de gestão financeira;
  2. Competências ativas para o emprego e o empreendorismo;
  3. Competências parentais;
  4. Competências de aprendizagem.
O Manual foi elaborado com base na Teoria das Inteligências Múltiplas 

DESTINATÁRIOS: Assistentes sociais e educadores de adultos.

No site citado encontra-se uma versão do Manual em língua inglesa.

sábado, 19 de julho de 2014

Pensamento 51: A MENTIRA



Verdade. Ao mentir a quem confia em nós e confiar em quem nos mente, estamos a desprezar o valor da relação humana, que deverá ser intersubjetiva e interafetiva  – cada um, na relação, mostrar-se sensível ao que se passa consigo e com capacidade de se colocar no lugar do outro, num intercâmbio afetivo mútuo, com base na confiança -, tal  como afirma o psicanalista António Coimbra de Matos:

“A mentira vem na razão direta do apreço pelo material e do desprezo pelo anímico e na razão inversa do respeito pelo outro; à revelia do ser, pela ambição do ter e na negação do valor da relação humana. “ Relação de qualidade, Climepsi

UM ÓTIMO FIM de SEMANA

sexta-feira, 18 de julho de 2014

APAV - Programa 4D


A APAV acaba de lançar um microsite com o objetivo de divulgar o Programa 4D. Este é um programa de prevenção universal, para implementação nas escolas e que visa prevenir o envolvimento dos jovens em comportamentos de risco através da promoção de relacionamentos saudáveis.
São quatro os temas centrais deste programa: 
  • violência no namoro e entre pares; 
  • comportamentos sexuais de risco;
  • consumo e abuso de substâncias;
  • questões de género.

O 4D é a tradução e adaptação autorizada do The Fourth R, um programa desenvolvido e testado pelo Centre for Prevention Science (Canadá). A APAV é atualmente a detentora dos direitos de distribuição da versão portuguesa.
O microsite está disponível no endereço: http://www.apav.pt/4d/


segunda-feira, 14 de julho de 2014

MITOS e PRECONCEITOS sobre a saúde mental infantil

O artigo de José garrido do Jornal Publico de 13.7.2014, com o título: Mitos e preconceitos sobre a saúde mental infantil:

Os cuidados de saúde mental infanto-juvenil são frequentemente vítima de discriminação, sendo a sua necessidade desvalorizada por dirigentes e profissionais de saúde, por desconhecimento e pela existência enraizada na nossa cultura de alguns mitos associados à infância, designadamente:
Mito – a infância e a adolescência são de forma geral os períodos mais felizes na vida da maioria das pessoas, pelo que as situações de doença são raras e não devemos “psiquiatrizar” em excesso.
Facto – pelo menos 15% das crianças e adolescentes têm patologia psiquiátrica a necessitar de algum tipo de ajuda, fruto de circunstâncias individuais ou mais frequentemente do contexto em que crescem e vivem.
Mito – os problemas de comportamento ou a hiperactividade na infância são questões disciplinares, de educação, ou de famílias pobres ou problemáticas.
Facto – os problemas de saúde mental infantil são transversais a toda a sociedade, e os de ansiedade ou depressão são até bastante comuns em adolescentes de famílias diferenciadas com níveis de exigência e responsabilidade acima da média.
Mito – a capacidade de recuperação das crianças que sofrem algum tipo de problema de saúde mental é muito maior que nos adultos, pelo que apenas em casos excepcionais são necessárias intervenções especializadas nesta área.
Facto – todos conhecemos e nos lembramos exemplos de adultos de sucesso que tiveram infâncias ou adolescências problemáticas, mas simultaneamente “esquecemos” de forma selectiva que a maioria dos adultos problemáticos tiveram infâncias disfuncionais e frequentemente sem qualquer oportunidade de ajuda para o seu equilíbrio, crescimento e sofrimento mental.
Mito – quem vai a consultas de Pedopsiquiatria, vai tomar medicação o resto da vida.
Facto – uma grande parte das intervenções em consulta de Pedopsiquiatria não implica a toma de medicação, dizendo respeito a ajuda em situações pontuais de crise, problemas que ocorrem ao longo do desenvolvimento, ou ainda a dúvidas sobre o normal e patológico


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Despacho n.º 8857/2014

Despacho n.º 8857/2014 que aprova o Regulamento que estabelece as condições e procedimentos a aplicar na certificação de entidades formadoras, na homologação de ações de formação de cursos criados pelo Ministério da Agricultura e do Mar e os consequentes requisitos gerais de realização dessas ações, no acompanhamento das ações de formação por parte das entidades certificadoras e na avaliação de aprendizagem.
ACEDER AQUI

terça-feira, 8 de julho de 2014

MyFuture.pt



O site MyFuture é um projeto conjunto do IPAV - Instituto Padre António Vieira e da Revista Forum Estudante que disponibiliza informação completa sobre a oferta formativa em Portugal

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Why Teenagers Act Crazy


Um interessante artigo sobre o cérebro dos adolescentes, da autoria de
Richard A. Friedman is a professor of clinical psychiatry and the director of the psychopharmacology clinic at the Weill Cornell Medical College.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

CIBERBULLYING Prevenir y Actuar


http://www.copmadrid.org/ 

Hacia uma ética de las relaciones em redes sociales
Guia de recursos didácticos para centros educativos
Autor: José Antonio Luango Latorre
Fundación A Tresmedia
Colégio Oficial dos Psicólogos de Madrid
2014

Retirado de 
http://www.observatoriodelainfancia.es

terça-feira, 1 de julho de 2014

pesquisar BOLSAS



Este site integra as oportunidades de financiamento para estudar, trabalhar ou realizar pesquisas nos países europeus.
O Portal tem como objetivo ajudar os alunos, em todo o mundo, para encontrar e selecionar bolsas apropriadas para estudar na Europa.
ScholarshipPortal é uma iniciativa da StudyPortals BV ea Associação de Cooperação Acadêmica (ACA). O projeto recebe financiamento inicial da Comissão Europeia, sob o Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida Erasmus.