segunda-feira, 31 de julho de 2017

GOVERNO CRIA QUATRO UNIDADES DE SAÚDE MENTAL PARA CRIANÇAS E JOVENS NO SISTEMA DE ACOLHIMENTO


A Secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, anunciou que serão criadas até ao final do ano quatro unidades de acolhimento de saúde mental para crianças e jovens acolhidos em instituições.
(...)
Educação
Por outro lado, as crianças e os jovens que entram no sistema de acolhimento também necessitam de apoio ao nível da educação: «Compete-nos apoiá-los, formá-los no sentido de saberem como fazer face a esta nova realidade que tem tendência para se manter e apoiá-los ao nível da revisão e da remodelação das estratégias de trabalho com estes jovens».
Nesta medida e no âmbito do Plano de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens para 2017 foi estabelecido um acordo com o Ministério da Educação para «melhorar o apoio prestado a nível educativo» a estas crianças e adolescentes.
Neste âmbito, está a ser criado um modelo técnico para capacitar os professores, interventores e equipas educativas das casas de acolhimento. O acordo prevê ainda o reforço da adequação do perfil dos professores contratados para apoiar as crianças, na sequência das necessidades identificada, havendo também a perspetiva do reforço educativo.
«Se conseguirmos melhorar o acompanhamento escolar às crianças mais jovens isso irá condicionar positivamente todo o seu percurso escolar subsequente», salientou Ana Sofia Antunes.
Também para os adolescentes que chegam ao sistema de acolhimento é preciso encontrar metodologias alternativas para os reconduzir à escola, o que é um «processo exigente e desafiante» que implica despertar-lhes o interessar pela escola.
A generalidade das crianças e jovens em acolhimento estão integrados na escola e a larga maioria frequenta a escola nos seus distintos ciclos de ensino básico e pré-escolar.
Segundo o Relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens de 2016, divulgado hoje, manteve-se em 2016 um claro predomínio (69,4%) de adolescentes e jovens adultos (com idades entre os 12 e os 20 anos) no sistema de acolhimento.
O facto de o sistema se acolhimento se caracterizar por uma forte afluência de adolescentes, cria uma problemática adicional de problemas de comportamento, pois, muitos deste jovens chegam com hábitos de vida desregrados e desviantes, o que constitui um desafio com o qual as casas de acolhimento têm de aprender a lidar.
ler na íntegra: 

sábado, 29 de julho de 2017

CASA 2016 - Caraterização Anual da Situação de Acolhimento das Crianças e Jovens




Relatório de Caracterização Anual da Situação de Acolhimento de Crianças e Jovens, elaborado pelo 14.º ano consecutivo, com o objetivo de dar visibilidade às crianças e jovens que, encontrando-se separados temporariamente das respetivas famílias e comunidades, residem nas diversas respostas de acolhimento. Julho de 2017

Como avaliar segundo a lógica de ciclo



A monitorização para a promoção das aprendizagens

Neste webinar será apresentada a monitorização e a contratualização dos processos e produtos de aprendizagem que permitem avaliar segundo a lógica de ciclo e, deste modo, cumprir a missão da escola: a de certificar no tempo certo de cada ciclo o maior número possível de alunos. A este propósito, será explicitado o ecossistema psicopedagógico TurmaMais e o modo como, através dele, se comunicam os conceitos de avaliação formativa e de avaliação sumativa, de forma a tornar a avaliação para as aprendizagens o conceito dominante na prática em sala de aula

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Rede de Oferta Formativa 2017/2018

Rede de Oferta Formativa 2017/2018 (aceder em: http://www.dgeste.mec.pt )


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Encontro "Dislexia - da investigação à prática escolar"


O Grupo de Neurociências Cognitivas encontra-se a organizar o Encontro "Dislexia - da investigação à prática escolar". O evento acontecerá a 17 de novembro, na Universidade do Algarve, no Anfiteatro Teresa Gamito (Edf.1).


Contamos com a vossa presença!

Inscrições por email para: anahenrique@grupohpa.com

Cursos congéneres dos cursos ministrados na Universidade da Madeira

Para além do Guia de Candidatura 2017 (AQUI ), deves consultar, também, a relação dos cursos congéneres dos cursos ministrados na Universidade da Madeira. Se queres concorrer para fora da Região às vagas do contingente especial da RAM fixadas para cursos idênticos aos da UMa, tens de concorrer em primeiro para estes. Salvo nos casos dos cursos com o grau de mestrado integrado, como alguns de Psicologia, de Engenharia Civil e Engenharia Electrónica. 
Fonte. SRE da RAM

Consulta aqui os CURSOS CONGÉNERES

CANTAR MAIS - Uma canção, Um mundo



Um projecto da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO MUSICAL
Reportório de canções e recursos educativos on line

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Despacho n.º 6478/2017

Diário da República n.º 143/2017, Série II de 2017-07-26
Homologa o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
ACEDER AQUI

SABER mais: http://www.dge.mec.pt/noticias/perfil-dos-alunos-saida-da-escolaridade-obrigatoria-0

Queres saber as diferenças entre as várias Escolas Médicas?


Se estás a pensar candidatar-te a uma Faculdade de Medicina mas não consegues tomar uma decisão acerca das tuas preferências, consulta a infografia que desenhámos mostrando os pontos positivos e negativos das várias escolas médicas, a nota de candidatura do último colocado, o numerus clausus, entre outras estatísticas relevantes.
ACEDER http://www.actamedicaportuguesa.com

Retirado de http://www.actamedicaportuguesa.com/

imagem. Tribuna da Madeira

terça-feira, 25 de julho de 2017

O Guia Europeu para as Escolas


 Guia europeu para as escolas (European Toolkit for School) 

Por uma educação inclusiva e combate ao abandono escolar precoce
Conjunto de Ferramentas europeias para as escolas oferece ideias concretas destinadas a melhorar a colaboração dentro, entre e fora das escolas, com o intuito de permitir que todas as crianças e jovens alcancem o sucesso escolar. Os dirigentes escolares, os pais e outras pessoas envolvidas em diferentes aspetos da vida escolar podem encontrar informações úteis, exemplos de medidas e materiais de consulta para inspirar os seus esforços de prestação de uma educação pré-escolar e escolar eficaz e de elevada qualidade. O Conjunto de Ferramentas destina-se a apoiar o intercâmbio e a transferência de melhores práticas e experiência entre os profissionais e intervenientes do setor escolar e os decisores políticos.

Os recursos disponíveis neste Conjunto de Ferramentas estão organizados em cinco áreas temáticas interligadas:
SABER mais:

Curso: Avaliação e Promoção das Competências Parentais


Datas: 12 outubro 2017 a 18 janeiro 2018
Local: APF Lisboa
Formadora: Rute Agulhas
Preços e Condições de Pagamento: Sócios APF – 192€ | Não sócios – 240€
Inscrições: até dia 6 de Outubro de 2017, através de envio de e-mail para apflisboa@apflisboa.net
SABER mais: http://www.apf.pt/

ESTUDO " Organização Escolar: Os Agrupamentos "



O Conselho Nacional de Educação lança a presente publicação: Organização Escolar: Os Agrupamentos, o último de uma série de estudos temáticos sobre o sistema de ensino. Além da documentação técnica, neste estudo, considerou-se o contributo de algumas entidades com reflexão sobre esta matéria. Para o efeito, foi realizado, um pouco por todo o país, um conjunto de audições a diretores, coordenadores de estabelecimento, presidentes do Conselho Geral e representantes dos pais e família de diferentes unidades orgânicas.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

GUIA de ORIENTAÇÕES/2017 - CEF



Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional
CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO (CEF
Abril de 2017




Despacho n.º 6342-A/2017

Despacho n.º 6342-A/2017 - Diário da República n.º 138/2017, 1.º Suplemento, Série II de 2017-07-19 
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Direção-Geral do Ensino Superior 
Calendário de ações do Concurso Nacional de Acesso e Ingresso no Ensino Superior Público para a Matrícula e Inscrição no Ano Letivo de 2017-2018.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

INOV Contacto: abertas candidaturas para 250 estágios remunerados

Programa de estágios profissionais em contexto internacional tem as candidaturas abertas até 15 de Setembro.
Jovens até aos 29 anos que não estejam a trabalhar nem a estudar, que tenham formação superior, domínio do inglês, motivação para desenvolver uma carreira internacional e disponibilidade para viver no exterior. Quem encaixa neste perfil pode concorrer, até dia 15 de Setembro, aos cerca de 250 estágios remunerados — com direito a bolsa e subsídio de estadia — que decorrem em vários pontos do mapa do mundo por um período de seis meses. 
O INOV Contacto, programa de estágios profissionais feito em contexto internacional gerido pela AICEP Portugal Global, possibilita aos jovens fazer um estágio remunerado numa "entidade ou empresa seleccionadas atendendo ao seu reconhecido interesse e mérito nacional e/ou internacional". 
"Este projecto é um exemplo a nível internacional que investe no futuro das novas gerações, ao mesmo tempo que investe na competitividade das empresas. É sem dúvida uma mais-valia para Portugal", aponta o presidente da AICEP, Luís Castro Henriques. Nas duas décadas do programa, foram realizados mais de cinco mil estágios em 1100 entidades espalhadas por oitenta países.(p3 Jornal Publico)
Candidatura exclusivamente online: http://www.portugalglobal.pt

Bullying: perspetivas, prática e perceções (2017)


A intimidação (bullying) é uma das áreas da violência contra crianças mais difíceis de eliminar, especialmente perante o papel omnipresente que a Internet e a tecnologia móvel desempenham hoje nas suas vidas e a capacidade que têm para permitir que a intimidação continue noite e dia.
Contribuíram para esta publicação autores de mais de doze países, apresentando perspetivas, práticas e perceções muito diferentes sobre como estão a combater ou pensam que devemos combater problemas sociais modernos, como o bullying e os discursos de ódio. Esta publicação apresenta igualmente informações sobre o trabalho da rede ENABLE e visa apresentar aos leitores os psicólogos e investigadores, professores, pais e inovadores das redes sociais que ajudaram a criá-la.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Igualdade de Género em Portugal: indicadores-chave 2017


No ano em que assinala 40 anos, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género lança Igualdade de Género em Portugal: indicadores-chave 2017, um documento que procura promover e partilhar o conhecimento da situação atual de mulheres e homens nas várias áreas da sociedade portuguesa. Este é o ponto de partida para outras publicações eletrónicas que, a partir deste ano, procurarão aprofundar e complementar a informação agora disponibilizada.
Indicadores relativos à EDUCAÇÃO; EMPREGO...: https://www.cig.gov.pt/


Kit de Desenvolvimento da Primeira Infância: Uma Caixa deTesouros de Atividades


Kit de Desenvolvimento da Primeira Infância: Uma Caixa deTesouros de Atividades
UNICEF
Com os jogos divertidos dessa Caixa de Tesouros, a criança – de maior ou menor idade – desenvolve novas habilidades para conversar e pensar, movimentar-se e fazer, compreender seus sentimentos, aprender sobre si própria e conviver com outros.

ACEDER

GUIA de CANDIDATURA 2017- ensino superior público



Está disponível o guia da candidatura ao ensino superior público, com informação sobre cursos, vagas e condições de acesso.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

LINHAS ORIENTADORAS PARA ACTUAÇÃO EM CASOS DE INDÍCIOS DE ABUSO SEXUAL de Crianças e Jovens



COORDENAÇÃO
CASA PIA DE LISBOA, I.P. Maria da Luz Duque – Coordenadora do Gabinete de Promoção da Saúde Olga Miralto – Gabinete de Promoção da Saúde 
PRAZER DE PENSAR, LDA. Empresa prestadora de serviços de psicologia clínica aos educandos da Casa Pia de Lisboa Miguel Pinto Barros – Psicólogo Clínico Teresa Leite – Psicóloga Clínica

Maio de 2010

quinta-feira, 13 de julho de 2017

PROJETO-PILOTO DE INOVAÇÃO PEDAGÓGICA (PPIP)

Autonomia e inovação ao serviço do sucesso educativo
Sem promessas de recursos adicionais, créditos horários ou contratações especiais de professores, seis Agrupamentos de Escolas aceitaram o desafio lançado pelo Ministério da Educação para desenvolverem um projeto pedagógico inovador. Missão: criar e implementar soluções alternativas, indutoras da qualidade das aprendizagens de todos os alunos e de uma taxa de retenção tendencialmente nula.
Continuar a ler:http://www.dge.mec.pt

Manual We CAN !: Agir contra o discurso do ódio




We CAN! Taking action against hate speech through counter and alternative narratives

This manual presents communicative and educational approaches and tools for youth and other human rights activists to develop their own counter and alternative narratives to hate speech.
It is designed for working with young people from the age of 13. Based on the principles of human rights education and youth participation, We CAN! complements the manual Bookmarks.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Resolução do Conselho de Ministros n.º 100/2017

Resolução do Conselho de Ministros n.º 100/2017 - Diário da República n.º 132/2017, Série I de 2017-07-11 
Presidência do Conselho de Ministros
Aprova a Estratégia Nacional de Educação Ambiental.
ACEDER: https://dre.pt/

Declaração de Retificação n.º 451/2017

Declaração de Retificação n.º 451/2017 - Diário da República n.º 132/2017, Série II de 2017-07-11 
Educação - Gabinete da Secretária de Estado Adjunta e da Educação 
Retifica o Despacho n.º 5296, de 16/06/2017, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 115, de 16 de junho de 2017.

Na tabela do Anexo III, 3.º ciclo do ensino básico, escalão C, Capita- ção do Escalão 3 do abono de família, comparticipação dos livros do 8.º e 9.º anos, onde se lê «33,50 €» deve ler -se «38,50 €»

terça-feira, 11 de julho de 2017

O que aconteceu para os jovens deixarem de gostar da escola nestes últimos 30 anos?




Entrevista de Ana Dias Cordeiro à psicóloga Margarida Gaspar de Matos, que saíu no Publico a 9 de julho de 2017 com o título Não há uma idade certa para se falar da IVG nas escolas”:

"O que aconteceu para os jovens deixarem de gostar da escola nestes últimos 30 anos? 
Os [nossos] estudos desde 1998 mostravam que os miúdos tinham a percepção de serem os piores da Europa inteira, mas ao mesmo tempo gostavam muito da escola — dos recreios, de conviver com os colegas, de algumas actividades e de alguns professores. Em 2014, baixou o gosto pela escola em geral, incluindo pelos recreios.
Por que motivo?
Houve um grande desinvestimento nas áreas curriculares não disciplinares, em que os miúdos podiam construíam projectos de escola com os professores. Saiu da escola toda essa componente relacional e de cidadania e a escola passou a centrar-se unicamente nas aprendizagens, com aquele foco imenso na Matemática e no Português. Nós não queremos crânios a Matemática e a Português para depois irem tomar medicação psicotrópica.
As políticas do ensino levaram a essa situação?
Eu não posso dizer isso assim, mas aconteceu tudo ao mesmo tempo: uma mudança do clima da escola, das políticas educativas e das expectativas sobre o futuro que, aparentemente, tiraram o gosto por tudo o que tenha a ver com a escola. Neste momento, há todo um ambiente economicista que não favorece envolvimento dos professores. Além disso, as políticas públicas têm que ter uma continuidade. A descontinuidade é trágica.

Como vê esta nova experiência do Ministério da Educação (ME) para flexibilizar currículos (dar margem às escolas para juntar ou criar novas disciplinas)?
É uma boa ideia os jovens e os próprios professores serem chamados a reflectir sobre os currículos, porque há matéria a mais para o tempo disponível, e os professores e os alunos são os melhores para fazer essa análise. Mas uma coisa é a lei e a outra é o que vai acontecer.
Se for bem feito, é bom. É isso?
Se for feito realmente com propriedade. A gestão das escolas, às vezes, define o que pode ser feito entre o excelente e o péssimo. O Ministério tem que monitorizar para, pelo menos, o médio acontecer nas escolas todas.
Qual a sua opinião acerca do recente projecto do ME de “referencial de educação para a saúde” (orientações às escolas) em que se propunha abordar com os alunos do 2.º ciclo a questão da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG)?
Eu estou contra um professor chegar a uma aula com um power point e falar de IVG como se fosse matéria. A questão nunca se pôs assim. A questão é se, nalgumas condições, será lícito falar disso."

Entrevista enquadrada nos 30 anos do seu projecto Aventura Social (http://aventurasocial.com), Margarida Gaspar de Matos é psicóloga e professora catedrática da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.


Curso Técnico Superior Profissional de Gerontologia e Cuidados de Longa Duração


A Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny (FUNCHAL) prepara-se para receber o novo ano letivo 2017/2018 com o novo Curso Técnico Superior Profissional de Gerontologia e Cuidados de Longa Duração

Destinatários
Estudantes titulares de um Curso de Ensino Secundário ou de habilitação legalmente equivalente, titulares de Diplomas de Especialização Tecnológica, Técnico Superior Profissional ou de um grau de Ensino Superior, entre outros.

Data das candidaturas
Iniciam-se a 13 de Julho de 2017

http://www.esesjcluny.pt
Folheto

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Candidaturas à próxima edição do PEEA

Estão abertas, aos Agrupamentos de Escolas (AE), as candidaturas à 8.ª edição do Programa de Educação Estética e Artística (PEEA), em contexto escolar - Ano letivo 2017-2018.
PEEA é uma iniciativa da Direção-Geral da Educação, Ministério da Educação, que pretende desenvolver um plano de intervenção que visa implementar uma estratégia integrada, a nível nacional, no domínio das diferentes formas de arte em contexto escolar:
  • Artes Visuais
  • Dança
  • Música
  • Teatro

“Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”

Com autoria dos investigadores Patrícia Silveira, Clarisse Pessôa, Diana Pinto, Simone Petrella e Amália Carvalho, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, a Direção-Geral da Educação acaba de lançar, em edição digital, a brochura “Tratar os Media por Tu – Guia prático de Educação para os Media”.
Esta publicação visa oferecer aos docentes do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário um conjunto de propostas práticas para a abordagem dos Media em contexto de sala de aula.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Ideias-chave da “flexibilidade curricular”

• As escolas estão a indicar ao ministério de Tiago Brandão Rodrigues quantas turmas embarcam na “experiência pedagógica” da “autonomia e flexibilidade curricular”.

• O Ministério da Educação (ME) tem garantido que apesar de surgirem as disciplinas de Cidadania e a de Tecnologias, não se vai cortar em áreas como Português e Matemática. Mas no despacho desta semana não estão definidos tempos “mínimos”, apenas tempos de referência por grandes grupos.

• A decisão de aderir ao projecto deve ser discutida e validada pelos órgãos competentes, incluindo o Conselho Geral onde têm assento pais, lembra o ME. “O trabalho a desenvolver em cada turma envolvida no projecto deverá ser dado a conhecer aos pais dos alunos envolvidos.”

• As escolas podem gerir até 25% da carga horária. Dá mais de 5 horas por semana no caso do 2.º ciclo, por exemplo.

• Podem passar disciplinas anuais a semestrais, fundi-las, ou redistribuir a carga horária promovendo tempos para projectos interdisciplinares. O leque de possibilidades é vasto. • No secundário os alunos podem trocar uma disciplina do seu curso por outra correspondente de um curso diferente.

• Não haverá provas nacionais diferentes para os alunos desta experiência, ao contrário do que o PÚBLICO escreveu ontem


Fonte: Jornal Publico de hoje

Revista Humanidades e Inovação

V. 4, N. 1 (2017): A CRIANÇA E A CRECHE

https://revista.unitins.br/ARQUIVO

(acesso na íntegra)
Revista Humanidades e Inovação
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
108 Sul Alameda 11, Lote 03 - CEP.: 77020-122 - Palmas-Tocantins
Tel.: (63) 3218-4911
 E-mail: rev.humanidades@unitins.br

School Psychology Quarterly


Editor: 
Richard C. Gilman, PhD
This journal is a publication of APA Division 16 (School Psychology)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

CONSULTA PÚBLICA: Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade


O Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade foi elaborado em parceria entre a Direção-Geral da Educação (DGE), a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), a Associação de Professores de Geografia (APG), a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), a Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA), o Centro de Informação, Divulgação e Ação para o Ambiente e Desenvolvimento (CIDAADS), a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Professora Doutora Helena Freitas, da Universidade de Coimbra, tendo sido constituída uma equipa com elementos das referidas entidades.
O Referencial, de natureza flexível, pode ser usado em contextos muito diversos, no seu todo ou em parte, no quadro da dimensão transversal da Educação para a Cidadania, através do desenvolvimento de projetos e iniciativas que tenham como objetivo contribuir para a formação pessoal e social dos alunos. A sua concretização na educação pré-escolar deverá ser enquadrada pelas orientações curriculares em vigor para este nível de educação.
Salienta-se a importância da participação de todos nesta discussão e reflexão. Os contributos daí resultantes deverão ser enviados à DGE, até ao dia 31 de julho de 2017, através do seguinte endereço eletrónico: cidadania.edu.ambiental@dge.mec.pt

Diagrama do Ensino Superior Português



Escolhe o tipo de curso adequado aos teus objectivos.

Despacho n.º 5908/2017

Despacho n.º 5908/2017 - Diário da República n.º 128/2017, Série II de 2017-07-05 
Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação
Autoriza, em regime de experiência pedagógica, a implementação do projeto de autonomia e flexibilidade curricular dos ensinos básico e secundário, no ano escolar de 2017-2018.
ACEDER: AQUI

Uma das medidas: No secundário os alunos podem trocar uma disciplina do seu curso por outra correspondente de um curso diferente.

Para os estabelecimentos de ensino que se proponham iniciar o projeto (de flexibilidade curricular), a matriz curricular dos Cursos Profissionais:



quarta-feira, 5 de julho de 2017

CEDEFOP - página sobre Portugal



EUROPEAN CENTER FOR THE DEVELOPMENT OF VOCATION TRAINING (CEDEFOP)

O Cedefop é uma das agências descentralizadas da União Europeia. Fundada em 1975 e com sede na Grécia desde 1995, o Cedefop apoia o desenvolvimento das políticas europeias de ensino e formação profissionais (EFP) e contribui para a sua aplicação. A agência presta assistência à Comissão Europeia, aos Estados‑Membros da UE e aos parceiros sociais na elaboração das políticas europeias que são necessárias neste domínio.

Kit de ferramentas contra o abandono escolar



VET TOOLKIT for tackling early leaving Da responsabilidade do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP), esta publicação é, como o próprio título indica, um instrumento para lidar com o abandono escolar de todos os jovens que saem do sistema de educação e formação sem o 12.º ano de escolaridade. 
Tendo como foco quer os jovens que já abandonaram a escola quer os que têm propensão para o fazerem, este instrumento  fornece orientações, dicas, boas práticas e alguns materiais que podem ser utilizados em atividades e na definição de políticas a levar a efeito pelos responsáveis políticos, pelas escolas, empresas, centros de orientação, serviços públicos de emprego ou organizações juvenis.
Em concreto, as potencialidades do instrumento, conforme enumera o CEDEFOP, permitem identificar cedo sinais que indiciem possíveis situações de abandono escolar, melhorar os índices de abandono escolar, apoiar os jovens nesta situação, monitorizar sistematicamente e em tempo as situações de abandono, motivar para o reingresso dos jovens no sistema de educação e formação e obter mais conhecimento que permita alcançar sucesso quando se lida com esta temática.
De entre os materiais disponíveis, o instrumento integra uma seleção de boas práticas com evidências de sucesso e ganhos rápidos nesta matéria, um módulo de autorreflexão para os decisores políticos poderem identificar as forças e as fraquezas das políticas que definem e planos de avaliação que podem ser utilizados nas abordagens que se efetuam ao nível da monitorização e avaliação. 
O instrumento integra ainda a possibilidade de os seus utilizadores sugerirem boas práticas e medidas consideradas bem-sucedidas. 
Este instrumento foi testado em várias fases do seu desenvolvimento, tendo implicado entrevistas com decisores políticos e operadores de educação e formação. O módulo de autorreflexão nele integrado teve em conta uma matriz de indicadores estruturais construídos a partir dos resultados de um estudo levado a efeito com um painel de especialistas. 
Já a seleção de boas práticas considerou realidades estudadas em vários países (Áustria, Bélgica, Dinamarca, Estónia, França, Alemanha, Hungria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Polónia, Portugal e Reino Unido).