sexta-feira, 31 de março de 2017

Despertar para a Ciência - Atividades dos 3 aos 6


BROCHURA "Despertar para a Ciência - Atividades dos 3 aos 6"
AUTORES: MARTINS, Isabel P. et al.
Lisboa: Direção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, 2009


 Esta brochura "Despertar para a ciência" insere-se na área de conteúdo de Conhecimento do Mundo e tem como objetivo a operacionalização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar, no domínio das ciências experimentais: 
http://www.dge.mec.pt/guioes-didaticos-eb

quinta-feira, 30 de março de 2017

Character Lab






There is now overwhelming scientific evidence that character strengths are as important as IQ and socioeconomic status to academic achievement and well-being. Although character strengths are known to be malleable, surprisingly little is known 
about how to cultivate them intentionally. 


Explore our collection of knowledge and tools for educators and families.

Web We Want - atividades de prevenção de Bullying e de Ciberbullying



Já se encontra disponível, em português, o novo recurso do projeto Web We Want com atividades de prevenção de Bullying e de Ciberbullying.
Esta brochura, da autoria da Rede Europeia dos Minitérios da Educação, European Schoolnet, resultou de uma colaboração entre os projetos ENABLE Web We Want e tem como título “O meu bem-estar e o teu: O respeito... começa em mim! Web We Want e ENABLE – Unindo esforços contra o Bullying”; pode ser descarregado.

Concurso: melhor proposta de “gap year” recebe bolsa até 6500 euros

Associação Gap Year Portugal financia ano sabático a jovens que queiram fazer voluntariado ou ter experiências profissionais ou académicas lá fora. Concurso decorre até 15 de Junho.

Programa "Isto é matemática"

"Isto é Matemática", promovido pela Sociedade Portuguesa de Matemática, com produção e realização da SIGMA 3 e com apresentação de Rogério Martins, Matemático e Professor Universitário.

O "Isto é Matemática" pretende de uma forma simples e realista apresentar a forma como a Matemática nos rodeia em grande parte da nossa vida.
O Programa já vai na 8º série, aqui: http://www.spm.pt/istoematematica/serie1


terça-feira, 28 de março de 2017

ESTUDO: Caminhos escolares de jovens africanos (PALOP) que acedem ao ensino superior português


Teresa Seabra (coord.), Cristina Roldão, Sandra Mateus e Adriana Albuquerque
Julho de 2016 Observatório das Migrações
Alto Comissariado para as Migrações (ACM)

Observatório das Migrações
ACEDER http://www.om.acm.gov.pt ou http://www.om.acm.gov.pt/

Algumas das conclusões:
No que se refere à presença e aos percursos dos jovens de origem africana no sistema educativo português, destacam-se 3 resultados: 
i) existem desigualdades importantes no acesso ao ensino superior entre afrodescendentes e os pares de origem portuguesa, desigualdade agravada na última década;
ii) houve um retrocesso nas taxas de acesso ao ensino superior por parte dos afrodescendentes 
iii) há evidências de um forte encaminhamento destes jovens para as vias profissionalizantes logo no ensino básico, mas sobretudo no ensino secundário, onde abrange a esmagadora maioria dos alunos de nacionalidade PALOP.

Despacho n.º 152/2017

REGIÃO AUTÓNOMA da MADEIRA _ SECRETARIA REGIONAL de EDUCAÇÃO
Despacho n.º 152/2017  - Joram; II Série de 23 de março de 2017 - Procede à alteração do Despacho n.º 110/2016, de 21 de março, que aprovou a estrutura flexível da Direção Regional de Educação, abreviadamente designada DRE, e estabeleceu as respetivas competências.
Artigo 10.º Divisão de Acompanhamento Educativo Especializado 
CONTINUAR a LER: http://www.gov-madeira.pt/

Portaria n.º 81/2017

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA - SECRETARIA REGIONAL de EDUCAÇÃO
Portaria n.º 81/2017   -  Joram, nº 52 de 20 de março de 2017 -  Altera a Portaria n.º 90/2016, de 3 de março, que aprovou a estrutura nuclear da Direção Regional de Educação e definiu as atribuições e competências das respetivas unidades orgânica.

Artigo 8.º Direção de Serviços de Apoios Técnicos Especializados 
2 - São atribuições da DSATE, designadamente: 
a) Definir as orientações gerais de organização dos serviços de psicologia e orientação escolar e vocacional, serviço social, psicomotricidade, diagnóstico, terapêutica, acessibilidade e ajudas técnicas; 

sexta-feira, 24 de março de 2017

Recursos Educativos Digitais Sobre Educação Rodoviária


(PORTAL JÚNIOR SEGURO)

Retirado de: http://www.dge.mec.pt

Pascal Paulus: diferenciação pedagógica



WEBIN@R da DGE
Diferenciar é distinguir a diferença. Entende-se conscientemente que um grupo de pessoas, também em contexto escolar, é sempre heterogéneo. A organização faz-se em função desta heterogeneidade desenvolvendo a diferenciação pedagógica.

Abordamos a diferenciação pedagógica em mono- e pluridocência nos vários ciclos de ensino, incluindo no ensino superior. Percorremos a planificação cooperada, o trabalho a pares, a pesquisa diferenciada, o trabalho em equipa, as comunicações no grupo e os instrumentos de avaliação.
É feita a distinção entre diferenciação pedagógica e diversificação curricular, relacionando a diferenciação pedagógica com o currículo e o conhecimento na educação básica e na educação de adultos. Destaca-se o isomorfismo no projeto de aprendizagem em todos os contextos de educação e formação.
Convidado o Doutor Pascal Paulus, cocriador de uma escola assente na pedagogia institucional gerida por pais e professores (Leuven), e membro do Movimento da Escola Moderna (MEM), onde integra grupos de trabalho com docentes do pré-escolar e do ensino básico

quinta-feira, 23 de março de 2017

O que vai mudar nas escolas no próximo ano lectivo?


Artigo de Clara Viana que saiu no Publico a 22 de março de 17, com o título “ Currículos: o que vai mudar nas escolas?", que resultou de um encontro realizado ontem, entre jornalistas e Ministro da Educação:

O que vai mudar nas escolas no próximo ano lectivo?
A chamada “flexibilização curricular” ou “flexibilização pedagógica” só será posta em prática, em 2017/2018, num grupo de escolas, numa espécie de projecto-piloto, que incidirá também só nos anos iniciais de ciclo (5.º, 7.º e 10.º anos). O referencial de base para esta mudança é o Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, que esteve em discussão pública até 13 de Março. Foram recebidos 450 contributos. Este documento define um conjunto de 10 competências-chave que todos os estudantes deverão adquirir ao longo dos 12 anos de escola. Para cada disciplina serão estabelecidas quais as aprendizagens essenciais, numa espécie de metas curriculares simplificadas. Face à extensão dos programas actuais, “trata-se de identificar o que é essencial que todos os alunos aprendam”, especificou o secretário de Estado da Educação, João Costa.

O que é a “flexibilização curricular”?
Às escolas será dada, segundo o Ministério da Educação, a possibilidade de gerir até 25% da carga horária semanal por ano de escolaridade de modo a exploraram “formas diferentes de organizar os tempos escolares, possibilitando trabalho interdisciplinar, desenvolvimento de projectos, trabalho em equipas pedagógicas”, entre outros.

Vão ser criadas novas disciplinas?
No 2.º e 3.º ciclos será introduzida a área de cidadania e desenvolvimento sustentável, a ser integrada na área das Ciências Sociais e Humanas, que terá um reforço da carga horária. A área de Tecnologias de Informação e Comunicação voltará a constar da matriz curricular de todos os anos de escolaridade. Actualmente só existe no 7.º e 8.º anos. E no ensino secundário os alunos poderão escolher uma disciplina de outro curso. Caso exista horário e oferta disponível, um aluno de Ciências e Tecnologias pode inscrever-se numa disciplina de Línguas e Humanidades.

Os estudantes do ensino profissional poderão também substituir uma das suas disciplinas por outra do ensino regular, caso necessitem de fazer o exame dessa disciplina. “Tem sido um dos pedidos mais feitos por pais e alunos, o de não existirem percurso tão estanques”, como agora, explicou ontem João Costa.
Como será feita a gestão da “flexibilização curricular”?
A decisão de como usar os 25% do tempo de ensino que lhes será entregue pertence às escolas, mas o Ministério da Educação já apresentou exemplos de como tal poderá ser feito, sendo que as escolas poderão optar por uma das soluções propostas ou por conjugar diferentes soluções. Segundo o Ministério da Educação, não está em causa uma mudança de conteúdos ou de disciplinas, mas sim uma gestão diferente do tempo de ensino.
Isto pode passar, por exemplo, por uma fusão de disciplinas em áreas disciplinares, em que dois ou mais professores “trabalham em equipa” na preparação das aulas, que podem ser dadas à vez por cada um ou em conjunto. Por exemplo: em vez de trabalhar de forma separada as disciplinas de Físico-Química e Ciências Naturais, juntá-las com a carga horária equivalente à soma das duas.
Pode-se optar também pela alternância entre tempos de estudos tradicionais e semanas em que toda a escola trabalha em conjunto, numa perspectiva multidisciplinar, um só tema. Por exemplo, “a Europa” ou “a crise dos refugiados”. Esta é uma experiência que está a ser seguida na Finlândia.
Entre outros cenários apresentados existe também a possibilidade de pelo menos algumas disciplinas passarem a ter uma lógica trimestral (no fundo, a uma por período) ou semestral em vez de anual, o que se fará através de um reforço da sua carga horária semanal. Por exemplo, imagine-se duas turmas: a turma A tem História apenas no primeiro semestre, mas com uma carga lectiva idêntica à que teria se a disciplina fosse leccionada no ano inteiro, enquanto a turma B tem Geografia, nas mesmas condições; no semestre seguinte, a turma B tem História e a turma A tem Geografia. Segundo o ministério, tal permitirá que os professores tenham menos turmas para leccionar em simultâneo, embora mantenham o mesmo tempo lectivo; ao mesmo tempo, os alunos ficam com menos disciplinas para estudar no mesmo período do tempo.
O que não vai mudar?
Segundo o Ministério da Educação, para os alunos, o tempo de permanência na escola será idêntico. As cargas horárias na generalidade das disciplinas ficarão iguais. Também os programas e as metas em vigor não serão alterados e não serão adoptados novos manuais escolares. Estas são as razões pelas quais o ministério tem afirmado que não está em causa uma reforma curricular.

e ler o artigo  "Temas em vez de disciplinas. Experiência avança em algumas escolas no próximo ano."em https://www.publico.pt/

quarta-feira, 22 de março de 2017

Plataforma "Unidos para Acabar com a MGF


É lançada esta quarta-feira (22/03) uma plataforma europeia para formar e capacitar profissionais que trabalham com mulheres e raparigas vítimas de mutilação genital feminina.
"A plataforma "Unidos para Acabar com a MGF", disponível em nove línguas em https://uefgm.org/ , visa preparar os profissionais de áreas como a saúde, proteção de crianças e jovens, apoio a refugiados, justiça, educação, comunicação social, de organizações comunitárias e da sociedade civil para saberem lidar com estas situações e preveni-las. " (Fonte: UMAR)
Disponível em 9 línguas

Publicação: " Aprender com a biblioteca escolar [2017]"





Aprender com a biblioteca escolar [2017]
Referencial de aprendizagens associadas ao trabalho das bibliotecas escolares na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. 2.ª edição, revista e aumentada. 

segunda-feira, 20 de março de 2017

Projecto educativo: Action for Happiness




The Keys to Happier Living Toolkit is an engaging, accessible and evidence-based programme to promote the emotional wellbeing and resilience of children aged 7-11

EXARP - chegou a hora de dar a volta à praxe



A exarp é um movimento que pretende valorizar as práticas positivas de integração de estudantes no ensino superior e afirmar as suas instituições como farol do conhecimento na sociedade e nos locais onde se inserem.
O desporto, a cultura e a ciência serão os principais motores deste movimento, através do destaque às iniciativas que hoje em dia já existem nos espaços de ensino superior e à estimulação para a criação de novas atividades. As iniciativas com o selo exarp arrancam em setembro de 2017, com o início do ano letivo 2017/18.


sexta-feira, 17 de março de 2017

quinta-feira, 16 de março de 2017

Publicação "Apps para dispositivos móveis"


ou

A Direção-Geral da Educação lançou uma publicação, resultante do trabalho realizado por diversos docentes que, no dia-a-dia das suas práticas escolares, recorrem a ferramentas e aplicações para dispositivos móveis em contextos de ensino e aprendizagem. Esta edição tem como objetivo apoiar as escolas e os docentes na integração curricular das TIC, proporcionando o acesso à descrição de ferramentas, a tutoriais que esclarecem sobre formas de utilização das mesmas e, sobretudo, a exemplos práticos de como as mesmas são já usadas em sala de aula.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Plataforma: "UniversitiesPortugal.com"



Gostava de ter uma experiência de ensino superior internacional e juntar-se a comunidade cada vez maior de pessoas que se valorizam com estudos superiores no estrangeiro? Já decidiu que quer, mas ainda não decidiu que país escolher? Neste website, encontrará razões para ter essa experiência de estudos superiores no estrangeiro e para escolher Portugal. Aqui encontrará também informações sobre 15 universidades, incluindo todas as universidades públicas e a Universidade Católica Portuguesa

terça-feira, 14 de março de 2017

CICLO INCLUSÃO - Inscrições Abertas



INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA
Desmistificar aspectos ligados à deficiência e sensibilizar para a inclusão em diversos contextos da vida diária” é o objectivo do Ciclo de Inclusão que o Politécnico de Leiria promove, através da plataforma UP2U. São onze os Massive Open Online Courses (MOOC) deste ciclo e as inscrições já estão abertas.

Site do IPL: http://up2u.ipleiria.pt/pt/

segunda-feira, 13 de março de 2017

Programa Start UP Juventude




A StartUP Juventude é uma iniciativa estratégica de apoio e estímulo ao Empreendedorismo Jovem da Fundação da Juventude.

O Programa tem como objetivos

> Fomentar o apoio ao empreendorismo jovem;

> Contribuir para o reforço do autoemprego;

> Incentivar a criação de microempresas.



Deliberação n.º 167/2017

Deliberação n.º 167/2017 - Diário da República n.º 50/2017, Série II de 2017-03-10
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior 
Estabelece a correspondência entre os exames nacionais do ensino secundário e as provas de ingresso na candidatura de 2017-2018.
ACEDER AQUI

terça-feira, 7 de março de 2017

Programa Qualifica



O Programa Qualifica é um programa vocacionado para a qualificação de adultos que tem por objetivo melhorar os níveis de educação e formação dos adultos, contribuindo para a melhoria dos níveis de qualificação da população e a melhoria da empregabilidade dos indivíduos. O Programa Qualifica assenta numa estratégia de qualificação que integra respostas educativas e formativas e instrumentos diversos que promovem a efetiva qualificação de adultos e que envolve uma rede alargada de operadores.
SABER mais: https://www.qualifica.gov.pt/#/

Entrevista a João Teixeira Lopes


Entrevista de Samuel Silva a João Teixeira Lopes, sociólogo da Universidade do Porto, um dos coordenadores do estudo encomendado pelo Ministério do Ensino Superior sobre a praxe, que saíu no Publico a 6.3.16, com o título: “O ambiente político e social em relação à praxe mudou” (o estudo: http://www.dges.gov.pt )

Os “caloiros” são hoje mais críticos das situações de abusos ou violência, conclui João Teixeira Lopes, sociólogo da Universidade do Porto,um dos coordenadores do estudo encomendado pelo Ministério do Ensino Superior sobre a praxe. A ausência de alternativas socializadoras para quem entra na universidade faz com que estas práticas sejam vistas como incontornáveis.
A praxe varia em função da região, da instituição e até do curso. O que há de unitário nestas práticas?
Há um corpo comum que se concretiza numa cadeia de rituais que têm como principal objectivo separar os que estão dentro dos que estão fora e conferir, àqueles que passam por esse processo iniciático, o estatuto de quem cumpriu a passagem. É esse o valor quase mágico do ritual: agregar, dividir, conferir um novo estatuto. Com base numa relação hierarquizada, de poder, e na observância de preceitos que são extremamente difusos e muitas vezes até contraditórios, numa tradição que na maior parte dos casos é uma tradição inventada, porque adaptada aos contextos.
Um inquérito internacional feito, no ano passado, pelas redes Universia e Trabalhando.com conclui que 73% dos portugueses reconhecem ter sido praxados no ensino superior, ao passo que nos restantes países esse número não ultrapassa os 25%. Não sendo a praxe um fenómeno exclusivamente português, é um fenómeno particularmente português. Porquê?
Por um lado, somos uma sociedade em que massificação do ensino superior foi tardia e é ainda, comparativamente com países do Centro e do Norte da Europa, incipiente. Por isso, todos os fenómenos relacionados com a frequência do ensino superior têm ainda uma certa marca de raridade ou de elitismo.
Depois, Portugal tem, em termos históricos, uma tradição de fenómenos deste género. Não quero dizer que a praxe, tal como hoje existe, tenha qualquer essência da tradição, porque ela se adapta às situações, mas há um arco histórico que vem da separação entre a universidade e o resto da sociedade. Há um terceiro aspecto: em Portugal não existem alternativas socializadoras na rotina dos estudantes para a integração. A praxe surge aos olhos dos estudantes como existindo desde sempre e para sempre. Isto faz de Portugal um caso singular.
É dito no relatório que alguns estudantes, dirigentes associativos e das próprias instituições recusaram colaborar no estudo [encomendado pelo Ministério do Ensino Superior sobre a praxe]. Isso surpreendeu-o?
O ambiente político e social em relação à praxe mudou. A praxe é hoje mais contestada, particularmente depois do “caso Meco”. Além do mais, há da parte do Governo actual um discurso assumidamente anti-praxe. Percebemos duas coisas: por um lado, há estudantes fortemente arreigados à praxe, que recusaram participar no estudo — o trabalho de campo ressentiu-se disso; por outro lado, a maior parte dos estudantes que entrevistámos diz que está na praxe voluntariamente, mas também diz que ela tem que se adaptar e respeitar os direitos humanos, não pode ser abusiva, nem humilhante. Há uma maior plasticidade que resulta de um ambiente global que começa a ser menos favorável à praxe tal como ela existia.


Relatório Final: A PRAXE COMO FENÓMENO SOCIAL


CONSULTAR o relatório: http://www.dges.gov.pt

"O estudo pedido pelo Governo Concluiu que as universidades legitimam as praxes.
Governo avisa que é preciso "dar a volta às praxes"
Estudo divulgado esta segunda-feira mostra que a maioria das universidades admite praxe nas suas instalações. 
Em Braga, na Universidade do Minho para a apresentação do estudo "A praxe como Fenómeno Social", Manuel Heitor garantiu trabalho no sentido de combater a humilhação como "tradição académica". O titular da pasta da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior mostrou ainda preocupação com o financiamento de bebidas alcoólicas a algumas actividades estudantis.
PUB
"Temos que dar a volta às praxes, e garantir um processo positivo de integração dos estudantes", disse.
"O que o estudo mostra é que as praxes estão enraizadas e, por isso, temos que valorizar as práticas e as boas práticas de integração com mais cultura, com mais ciência por isso é verdadeiramente a tradição académica", explanou.
Manuel Heitor, que deixou como garantia que irá trabalhar "para que a humilhação não seja uma tradição académica", deixou ainda uma outra preocupação: "O que me preocupa é o financiamento da indústria de bebidas alcoólicas a algumas dessas praxes ", disse, lembrando que o financiamento público a associações académicas "está totalmente regulado".
De acordo com o estudo "A praxe como Fenómeno Social", divulgado esta segunda-feira, a maioria das associações académicas concorda com a existência de praxes e opõe-se a uma proibição da prática.
A mesma investigação aponta que o Governo deve garantir o acompanhamento jurídico e a isenção de custas judiciais de todos os estudantes que pretendam recorrer à justiça para denunciar situações passiveis de serem consideradas crime e que seja criada uma linha gratuita e permanente de apoio às vítimas.
Os investigadores consideram também que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior deve elaborar um relatório anual nacional, com base em dados recolhidos pelas instituições, para uma comparação de informação sobre a situação da praxe académica em Portugal.
Neste relatório nacional, o Ministério apontaria os casos mais graves, elencando novas sugestões de intervenção e temas emergentes.
O estudo foi promovido pela Direcção Geral do Ensino Superior e elaborado por uma equipa conjunta de investigadores do Centro de Investigação e Estudos Sociais do ISCTE-IUL (CIES), do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto (ISUP) e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES), sob coordenação de João Teixeira Lopes (ISUP) e João Sebastião (CIES). "
Fonte Jornal Publico de 6.3.17

sexta-feira, 3 de março de 2017

Violência doméstica: boas práticas no apoio a vítimas LGBT



No dia 1 de março de 2017, em Lisboa, teve lugar a apresentação pública da nova publicação editada pela Comissão para a Cidadania e a igualdade de Género (CIG) – “Violência doméstica: boas práticas no apoio a vítimas LGBT: guia de boas práticas para profissionais de estruturas de apoio a vítimas”.
Saber mais e descarregar o Guia, em: https://www.cig.gov.pt/

quinta-feira, 2 de março de 2017

Escala de Referência para Escolas de Cidadania Participativa




A Cooperativa ECOS (entidade associada da APCEP) acaba de publicar uma ferramenta prática de autoavaliação da participação dos vários actores escolares (docentes, estudantes, famílias, pessoal não docente) na aprendizagem, governança e relações com a comunidade.
A Escala de Referência para Escolas de Cidadania Participativa é uma ferramenta prática de autoavaliação da Participação dos atores escolares na aprendizagem, governança e relações com a comunidade. A Escala pode ser utilizada como um referencial para escolas de toda a União Europeia que pretendam compreender o nível de Participação em que se encontram e que procurem inspirar-se transformando-se em espaços mais participativos.
A Escala foi concebida para ser aplicada por escolas secundárias ou equivalentes. Apesar de poder ser adaptada aos primeiros anos escolares, será importante nesse caso ter em conta os diferentes papéis desempenhados pelo pessoal docente e não docente, pelos estudantes e pelas mães, pais e encarregados de educação, em cada nível escolar. A Escala está organizada por níveis, de forma a que a cada nível seguinte na escala corresponda a um maior nível de Participação dos vários atores escolares e, consequentemente, a um maior grau de promoção da cidadania ativa por parte das escolas.
A versão online pode ser descarregada em: http://democraticschools.ecos.pt/ Esta publicação foi desenvolvida no âmbito do projecto network of democratic Citizenship schools 2015-1- pT01_Ka201-013089, financiado com o apoio da união Europeia através do programa Erasmus +.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 33/2017

Resolução do Conselho de Ministros n.º 33/2017 - Diário da República n.º 43/2017, Série I de 2017-03-01 
Presidência do Conselho de Ministros 
Autoriza a realização da despesa relativa ao Programa de Generalização das Refeições Escolares.
ACEDER AQUI